segunda-feira, 23 de abril de 2012 - por sustentax
A Cebrace possui em seu site algumas ferramentas gratuitas para ajudar o profissional escolher melhor o vidro, de maneira rápida e prática. É uma dica importante para os que estão em busca de novas soluções.
O programa Cálculo Solar fornece opções de vidros de acordo com necessidades específicas de passagem de luz, calor e isolação térmica.
O programa para Cálculo de Espessura, desenvolvido de acordo com as normas brasileiras ABNT NBR 7199 e NBR 6123 e segue algumas recomendações da norma francesa da DTU – 39, auxilia no cálculo de espessura de vidros aplicados em fachadas, coberturas, visores de piscina, aquários e pisos de vidro.
segunda-feira, 16 de abril de 2012 - por sustentax
A PADO, líder do mercado nacional de cadeados e fechaduras de alto padrão, relaciona algumas dicas na hora de escolher as fechaduras adequadas, com atenção especial para o quesito segurança. A escolha certa garante a eficiência e a durabilidade do dispositivo.
Tráfego: antes de optar por um modelo, veja o item tráfego, isto é quantas vezes a porta é aberta. A escolha do dispositivo deve respeitá-lo, de maneira a evitar desgaste e corrosão, aumentando a durabilidade e melhorando a segurança. Existem opções de modelos para as necessidades de todos os tipos de tráfego: leve, moderado e alto.
Porta: a escolha da fechadura deve ser adequada também ao tipo de porta. Para a entrada das residências, por exemplo, recomenda-se modelos mais resistentes, como as de metal ou madeira.
Manutenção: deve-se realizar vistorias periódicas para averiguar se os dispositivos estão em perfeitas condições de uso. A vistoria preventiva tem tanta importância quanto a instalação de uma fechadura apropriada para cada local e situação.
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segunda-feira, 09 de abril de 2012 - por sustentax
O LED é cada vez mais uma realidade nas residências, mas em que circunstâncias é mais vantajoso usá-lo no lugar de halógenas dicróicas? Para responder a esta questão, a equipe da Lâmpadas Golden comparou um modelo de halógena dicróica com um modelo de LED, já que ambas podem ser utilizadas para iluminação de destaque, complementar e em embutidos, tanto em ambientes residenciais como comerciais, restaurantes e hotéis, entre outros. Para fazer essa comparação, foi considerado que os dois tipos de lâmpadas podem ser aplicados nos mesmos locais e com as mesmas finalidades. Os quesitos em que elas se diferenciam mostram que podem dar diferentes efeitos como resultado.
O modelo escolhido para esta comparação com a halógena dicróica foi a Ultra LED MR 16 da Lâmpadas Golden. Quando o quesito é economia, o LED vence com grande vantagem. Com potências de 6 e 50W, respectivamente, o sistema LED chega a economizar 88% sobre a dicróica.
Mas quando o assunto é reprodução de cor, por enquanto a dicróica apresenta vantagem, visto que sua tecnologia permite a fidelização das cores dos objetos.
Outro detalhe é o calor emitido pela lâmpada. As dicróicas emitem 60% do calor para o espaço entre forro e teto, incluindo a luminária e 40% para o ambiente. Já o LED joga 100% do seu calor para trás e o aquecimento gerado no ambiente é bem menor que o da dicróica, por ter uma potência bem menor e um dissipador de calor.
Veja os detalhes da comparação no quadro abaixo. Se não está familiarizado com os termos técnicos, temos abaixo um glossário para consulta.

* O modelo MR 16 ainda conta com uma versão com a luz fria, com temperatura de cor de 6000 K, e intensidade luminosa de 1270 cd (1m).
Glossário:
Potência: Indica o consumo de energia, em watts (W). A energia consumida multiplicada pelo tempo de utilização é igual a energia elétrica utilizada.
Intensidade Luminosa: É a quantidade de luz emitida em uma determinada direção. Sua unidade de medida é expressa em candela (cd). Logo à frente, é sempre mostrada a distância de referência, em metros (m).
Abertura: Indica o grau (°) de abertura do feixe de luz, a angulação de onde a luz irá iluminar.
Temperatura de Cor: É a cor aparente da luz emitida por uma fonte, numa escala de 2000 a 6100 K. Em baixas temperaturas de cor a tonalidade da luz tende para o vermelho, que é conhecida como luz quente, enquanto nas altas temperaturas de cor a luz torna-se mais clara, sendo definida como luz fria. A sua unidade de medida é o kelvin (K).

IRC (Índice de Reprodução de Cor): Todas as cores que enxergamos sofrem influência da iluminação. A referência de luz com perfeita reprodução de cores é a luz do sol às 12h00, livre de interferência atmosférica, a qual se atribui a graduação de 100, numa escala de 0 a 100. As luzes artificiais são igualmente classificadas de 0 a 100 de acordo com a sua fidelidade ao reproduzir as cores. Quanto mais próxima do 100 estiver, melhor será a sua reprodução de cores.
Vida Mediana: Corresponde ao valor em que 50% das lâmpadas ensaiadas se mantém acesas sob condições controladas em laboratório. Esse tempo não é necessariamente correspondente à vida em serviço, já que flutuações de tensão e outras influências ambientais podem resultar no encurtamento da vida média. Na prática, pela forma que se consome uma lâmpada, sua durabilidade pode variar para mais ou para menos partindo do valor indicado pelo fabricante. Exemplo: Quanto mais se liga e desliga a lâmpada ao longo do dia, menor será sua vida útil.
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segunda-feira, 02 de abril de 2012 - por sustentax
Projeto Residência Sustentável terá sistema que permite cultivar plantas e até horta
O Jardim vertical ou Ecoparede, produzido e comercializado pela Ecotelhado - empresa de infra estrutura verde urbana, é composto de floreiras produzidas com plástico reciclado, colocadas uma sobre a outra.
Utiliza o sistema de hidrocultura em que as plantas são mantidas sem o substrato de terra, mas com água, argila expandida e nutrientes. Há duas opções: ornamental ou para cultivo. Neste último, inclusive, pode ser utilizado para o plantio de temperos e hortaliças. Para instalação é preciso somente pontos de luz, agua e dreno. A irrigação é automatizada e com fertilizantes orgânicos – chamada ferti-irrigação.
Entre os benefícios estão: estética, purificação do ar, diminuição da temperatura além da socialização. Em entrevista, Manuela Feijó, Diretora da Ecotelhado, explica melhor o sistema. Acompanhe!

Crédito: Paulo Guimarães/Casa Cor RS
- Quais as espécies que podem ser utilizadas na ecoparede?
Podemos usar quase todas forrações de pequeno e médio porte até pequenos arbustos desde que plantados pequenos. Recomenda-se observar se o local tem sol, sombra ou meia sombra para melhor escolha das plantas. No caso de plantas de interior, deve-se medir a luminosidade com luximetro e se necessário proporcionar iluminação artificial.
- Quais as indicações de uso da ecoparede?
O jardim vertical traz vida a todos os espaços, levando o verde ao convívio das pessoas. Pode ser usada em hospitais, escritórios, residências, lojas, bancos, repartições ou espaços públicos.
- A ecoparede pode ser usada em quais casos?
Em todos ambientes com vantagem de não tomar espaço, além de poder ser utilizado para agricultura urbana com muitas hortaliças como alface, rúcula, radite, temperos etc.
- Como é o sistema de limpeza? Há perigo de aumento de umidade e de geração de mofos?
Há aumento de umidade pela irrigação o que pode ser desejável em muitos climas. Por não utilizar substrato orgânico ou feltro, o sistema jardim vertical canguru não apresenta mofo.
- Há necessidade de incidência solar mínima?
A incidência solar pode ser substituída pela luz artificial desde que em potência e distribuição compatível e eficiente.
- Qual o valor médio de sua instalação?
Varia de acordo com tamanho e tipo de plantas utilizadas. O tamanho pelo custo do deslocamento e mão de obra e o tipo de plantas pelo valor individual das espécies. A tendência é quanto maior a metragem quadrada, menor será o valor unitário.
- Como pedir um orçamento?
Entrar em contato pelo site www.ecotelhado.com.br
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quinta-feira, 29 de março de 2012 - por sustentax
O projeto Residência Sustentável tem o intuito de apresentar tendências e tecnologias sustentáveis. Entre as que serão utilizadas no apartamento está o aquecedor solar de água, produzido pela Soletrol, líder no Brasil e a maior fabricante de aquecedores solares de água do continente americano.
Acompanhe neste vídeo o funcionamento básico do aquecedor solar:
http://www.soletrol.com.br/video/?vid=MAIvD1&cat=0
A empresa apresenta várias opções de produtos, como por exemplo, o Coletor Solar Soletrol Max 3D, cuja tecnologia e design permitem captar o calor do sol em três dimensões, e o Coletor Solar Soletrol Prime Select Heat Pipe, indicado para locais de baixa temperatura, que proporciona mais eficiência e evita danos causados por geadas, até linhas compactas para quatro banhos diários.
Marcadores: "Cilene Monteiro Lupi" "Residência Sustentável" "Sustentabilidade" "Produtos Sustentáveis", construção sustentável, Eficiência Energética, reforma sustentável, Sustentabilidade; produto sustentável; Residência sustentável; Soletrol; aquecimento de água; aquecimento solar, SustentaX, tecnologias sustentáveis
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 - por sustentax

A Atlas, fabricante de pastilhas de porcelana e revestimento cerâmico, é nova parceira no projeto Residência Sustentável, que tem o objetivo de apresentar soluções de produtos para reformas e construções sustentáveis.
A Linha Suprema REC 65, com alta resistência e expansão zero, é disponível no formato 2,5 x 2,5 cm e em 20 cores, com 65% de material reciclado (massa composta por resíduos sólidos da própria empresa (descarte de revestimentos cerâmicos, descarte de pastilhas de porcelana e bandejas refratárias).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 - por admin

A Cebrace é líder no mercado brasileiro do segmento de vidro plano.

A Fanavid é uma das pioneiras no segmento de vidros de segurança no Brasil. É certificada pelas normas ISO 14.001, OHSAS 18.001 e ISO 9.001.
A Cebrace é a fornecedora dos vidros e a Fanavid é a responsável pelo beneficiamento.
sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 - por admin
Os sistemas de iluminação LED conquistam o consumidor e ocupam papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade.
Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.
O LED pode ser aplicado em qualquer lugar.
MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores.
Lâmpada LED não esquenta.
MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.
Os LEDs duram para sempre.
MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.
Os LEDs não queimam.
VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.
Sistemas com LED são muito caros.
VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.
Não existe lâmpada LED em tubo.
MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

O LED pode ser instalado em um soquete comum.
VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.
O LED pode ser dimerizado.
VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.
Marcadores: Golden, LED, SustentaX
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 - por admin
O consumidor ainda encontra dificuldades na identificação de produtos sustentáveis, mesmo já tendo demonstrado disposição de pagar até mais por tais produtos. O Grupo SustentaX preparou algumas dicas você analisar a sustentabilidade de produtos na hora de decisão de compra.
1. Prefira produtos produzidos em sua região: de forma prática, primeiramente, coloque-se na posição de São Tomé: ver para crer. Comece pela etiqueta que informa a origem do produto e verifique sua procedência. Prefira os produzidos em sua região. Evite comprar similares fabricados em outros países. Ao comprar produtos de outros países, reduz-se o recolhimento de impostos municipais e estimula-se o desemprego e a falta de serviços e infraestrutura pública.
2. Confira a composição do produto: verifique se o que está sendo dito na frente do produto realmente consta em sua composição e você poderá ter interessantes surpresas.
3. O que importa é o conteúdo, não a embalagem: não se deixe levar pela embalagem, se é reciclada ou não. Isso, neste momento de análise, não é importante. O que é importante é saber se o produto é agressivo à sua saúde e à de sua família. Uma prática que está se tornando comum é reduzir embalagens e aumentar o porcentual reciclado para estimular a venda desses produtos como “mais sustentáveis”. Cuidado! Nessa lista existem produtos nada ecologicamente amigáveis e outros agressivos à saúde humana.
4. Selos Verdes são uma boa indicação: uma maneira de ajudar a identificação de produtos sustentáveis é por meio dos chamados Selos Verdes, como o selo Procel para eletrodomésticos e eletrônicos, o FSC e CERFLOR para madeiras e papéis e o SustentaX para produtos e serviços sustentáveis. Na área de orgânicos existem o IBD e EcoCert, dentre outros. Os selos são uma forma de mostrar ao mercado que passaram por análises rigorosas para a sua obtenção.
5. Fique atento à “picaretagem verde”: identifique as estratégias usadas para passar por sustentáveis, produtos que não são:
a) Selos emitidos pelos próprios fabricantes;
b) Termos genéricos também são muito usados como 100% natural, 100% ecológico, eco, amigo da natureza (eco-friendly) e variações do tipo;
c) Informações sem comprovação imediata ou termos científicos. Como, por exemplo, informar que um produto, como sabão em pó, pode reduzir o consumo de água; ou então um amaciante economizar energia;
d) Informações redundantes, como testes e dados obrigatórios, como detergentes que colocam “testados dermatológicamente” ou azeites com zero de colesterol;
e) Excesso de imagens da natureza: reparem se há muito verde ou imagens de animais;
f) Falar que o produto é “neutralizado” em carbono. Desconfie da simples neutralização que não torna o produto sustentável. A neutralização é válida após a revisão e efetiva redução dos impactos ambientais da cadeia produtiva. É o final e não o começo;
g) Produtos concentrados. Só porque foi retirada a água do produto não o torna “verde”. É importante que ele não faça mal à saúde;
h) “Sem cheiro”. O importante é o fabricante demonstrar que o produto apresenta baixa toxidade, por critério reconhecido.
6. Quando os produtos não apresentam selos de sustentabilidade, o consumidor pode procurar pelos cinco atributos essenciais de sustentabilidade:
- Salubridade: evite produtos com odores (normalmente esses odores decorrem de componentes orgânicos voláteis que podem fazer mal à saúde).
- Qualidade: procure por produtos com qualidade comprovada. Nem todas as tintas são iguais, por exemplo. Várias não têm teste de aderência e, a primeira vez que você for fazer uma limpeza, pode sair na esponja.
- Responsabilidade social: questione a procedência. Por exemplo, se for comprar uma areia em uma loja de construção pergunte se vem de uma empresa confiável, sem trabalho infantil, escravo…
- Responsabilidade ambiental: questione a procedência. Por exemplo, ao comprar objetos de madeira pergunte sobre a legalidade.
- Comunicação responsável: Procure por marcas nas quais você identifique ética e genuinidade na comunicação.
Boas compras!
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 - por admin
Iluminação Led

Fundada em 1990, a Lâmpadas Golden tem 85% de seus produtos voltados para a conservação de energia e promove o uso inteligente e racional da energia elétrica, adotando para isso tecnologia de última geração em seus produtos.
Cimentcola, Pastilhas e Monocapa Quartzolit

A Weber é líder mundial na produção de argamassas industrializadas e oferece uma variedade de soluções com a mais avançada tecnologia em suas formulações para atender às exigências técnicas do mercado.
Marcadores: Iluminação Led, produto sustentável, residência sustentável, Sustentabilidade, SustentaX