Aprenda um pouco mais sobre como escolher um piso para sua residência

quarta-feira, 28 de julho de 2010 - por admin

Na hora de decidir o tipo de piso ou revestimento, além das características estéticas, é preciso fazer uma análise do ambiente, o seu uso e quem serão seus ocupantes para fazer uma melhor escolha e, principalmente, ter satisfação pelo resultado.  

Piso de Bambu BambooFloor com certificação FSC

 

Piso Laminado Eucafloor de madeira rapidamente renovável

 

Piso de PVC Interfloor 100% reciclável

 

Algumas perguntas-chave são:  

Área molhada ou seca: um piso a ser aplicado num ambiente externo ou mesmo numa cozinha ou banheiro deve ter características diferentes de um piso para o quarto, por exemplo;  

Quem utilizará o espaço: crianças e idosos exigem, por exemplo, cuidados especiais em relação à segurança;  

Frequência de uso: é vital saber a durabilidade do piso para definir a melhor opção;  

Manutenção e limpeza: como deverá ser a limpeza do piso, por exemplo, se exige produtos especiais.   

A partir daí, é hora de verificar as ofertas existentes no mercado. Momento também de verificar a presença dos atributos essenciais da sustentabilidade: salubridade, qualidade e responsabilidades socioambiental e de comunicação do fabricante. Comece por perguntar qual o adesivo é o recomendado pelo fabricante. Verifique se ele é ou não tóxico. Uma das maneiras é verificar se possui o Selo SustentaX (no site www.SeloSustentaX.com.br você encontrará produtos com qualidade garantida e com níveis de toxidade aceitáveis por normas internacionais).  

Se a opção é por piso de madeira ou derivados, verifique se tem origem legal e produção responsável. Não é difícil fazer isso é só verificar se possui o Selo FSC ou CERFLOR.  

Verifique também a origem do material, se há componentes reciclados. Estes estes são outros aspectos que devem ser considerados na compra de materiais, assim como beleza, funcionalidade e adequação ao uso.  

Base isolante acústica e térmica Pisoleve com compostos reciclados pós consumo

 

Piso para playground Pisoleve com borracha reciclada de pneus

 

Piso Elevado Werden com compostos reciclados pós-consumo

 

O projeto Residência Sustentável, que tem o intuito de mostrar ao público em geral que já existem materiais sustentáveis, reuniu fabricantes e fornecedores para esclarecer algumas dúvidas e apresentar os diferenciais de seus produtos:  

    

   

*Valores médios fornecidos pelos fabricantes (mês de referência -  maio/2010)

Automação Residencial: ambientes inteligentes e mais sustentáveis

sexta-feira, 23 de julho de 2010 - por admin

Evitar que lâmpadas sejam ligadas quando ainda existir iluminação natural suficiente, monitorar crianças ou idosos por meio de câmeras, controlar a  temperatura e umidade em adegas, automatizar torneiras de jardim, acionar cortinas e persianas para diminuir a insolação nos ambientes são alguns exemplos de procedimentos que podem ser realizados em um projeto de automação residencial.

 No Residência Sustentável, o objetivo do projeto de automação é mostrar as soluções possíveis que permitem controle de gastos desnecessários com energia e a importância da projeto de automação integrado ao arquitetônico.

A arquiteta Virgínia Rodrigues, da Marbie System, empresa responsável pelo automação do Residência Sustentável, explica que a automação residencial é a aplicação das tecnologias existentes para melhorar a qualidade de vida do usuário, facilitando e tornando automáticas algumas tarefas básicas da residência, visando o conforto, segurança e economia do usuário.

O objetivo, explica a arquiteta, é tornar as residências mais eficientes com a utilização de sistemas inteligentes, que controlam algumas tarefas básicas como, por exemplo:

-        o uso eficiente da iluminação artificial, por meio de sensores, dimerizadores ou temporizadores que controlam os sistemas de iluminação;

-        acionamento de cortinas e persianas elétricas, de forma programada, para intensificar ou diminuir a insolação nos ambientes;

-        controle interno de temperatura, atuando sobre os condicionadores de ar e/ou aquecedores de ambiente, com base nas informações dos sensores;

-        controle de tratamento de águas pluviais e utilização racional da água para irrigação, com utilização de sensores de umidade de solo e ar;

A automação, além de criar ambientes mais inteligentes, contribui também para gerar resultados favoráveis ao desempenho energético e ao conforto ambiental. “As utilizações são diversas, mas pode-se citar os controladores inteligentes que ligados a sensores de luminosidade externos determinam o acendimento automático da iluminação apenas quando o ambiente está sendo utilizado, evitando que as luzes sejam acesas à noite quando o ambiente está vazio”. Outra situação é gerenciar o gasto com energia elétrica nas unidades residenciais, analisando horários de maior gasto e equipamentos que determinam desperdícios.

Contudo para o projeto ser de fato eficiente é imprescindível a análise das necessidades e aspirações da família e propor algumas aplicações específicas. “É fundamental que todas as aplicações sejam úteis àquela família e que também seja feito um estudo detalhado de custo X benefício destas aplicações. Projetos mais avançados podem incluir o controle remoto, via celular, de alguns equipamentos como ar condicionado, por exemplo.”

Para a arquiteta, a dica mais importante para os interessados em tecnologias residenciais é que a fase de contratação do projeto de automação deve se dar juntamente com o projeto arquitetônico e elétrico. “Uma concepção realmente inteligente, nasce de um projeto integrando todas as especialidades visando o design, conforto, consciência social e ecológica, onde a utilização dos recursos tecnológicos de automação é mais uma das ferramentas disponíveis na busca do projeto sustentável ideal”, finaliza.

Como planejar, implantar e manter um jardim?

segunda-feira, 19 de julho de 2010 - por admin

Confira entrevista com os profissionais da Casa de Projetos, Ângela Lucena e Ortiz e Herbert Ortiz, responsáveis pelo projeto de paisagismo do Projeto Residência Sustentável.

No Projeto Residência Sustentável, entre os desafios da equipe de paisagismo estão recuperar a paisagem, conectar os moradores à natureza, harmonizar o ambiente com o clima e reduzir incidência de barulho e poluição no imóvel, localizado na alameda Franca, em São Paulo/SP, próximo a vias de tráfego intenso.  “O principal objetivo é transformar a cobertura, atualmente bastante árida, em um ambiente acolhedor, com o uso de plantas nativas, como palmito juçara, filodendro, helicônia, maracujá, para beneficiar também aos pássaros no entorno; e proporcionar à família o cultivo de uma mini-horta integrada à cozinha gourmet, permitindo o prazer de receber os amigos para cozinhar e colher temperos e ervas frescos”.

Além da integração à sustentabilidade, o projeto segue orientações de feng shui (harmonização ambiental) e utilizará avançadas tecnologias para captação de água de chuva para irrigação e limpeza, uso de cobertura verde para colaborar na redução do efeito de ilhas de calor, automação para irrigação, entre outros.

  

Quais os principais benefícios que trazem os jardins bem planejados quando falamos de uma residência?

Os jardins residenciais podem colaborar na redução da pressão e do estresse tão comuns atualmente, gerando saúde e felicidade aos moradores.

Nas grandes cidades, estamos sujeitos aos males da vida cotidiana – barulho, trânsito, poluição – e nosso lar representa um refúgio de beleza e bem estar os jardins podem ser alternativa para relaxar e aproximar a natureza do dia a dia.

Assim, por meio de um planejamento correto, é possível criar espaços harmoniosos e mais funcionais, acolhedores e esteticamente agradáveis, com o intuito de incentivar a interação do homem com a natureza.  Além desses aspectos, os jardins podem contribuir bastante para dar equilíbrio térmico às construções de modo a propiciar um ambiente aprazível no conceito de conforto ambiental.

Como um projeto de paisagismo contribui para a sustentabilidade?

A sustentabilidade deve ser parte integrante do processo de criação, com os  objetivos básicos de evitar ou minimizar os impactos sobre a natureza, conservar os ecossistemas, utilizar recursos renováveis, reciclar resíduos e valorizar o potencial humano.

O jardim residencial planejado é peça fundamental para cumprir esta função pois além de melhorar a qualidade de vida por meio da transformação criativa do uso dos espaços, pode ser ferramenta para minimizar as variações do clima, seja utilizando a vegetação como elemento para proteção do excesso de insolação e carga térmica, ou aumentando a permeabilidade do solo para penetração das águas de chuvas, somente para citar dois exemplos. 

O paisagismo integrado à arquitetura pode minimizar efeitos de ilha de calor e reduzir as necessidades de gastos com ar condicionado.

Quais fatores devem ser levados em conta no planejamento de um jardim?

Antes da criação, da composição dos ambientes, da escolha dos materiais, da distribuição e definição das espécies, deve-se analisar com os moradores os seguintes itens:

  • Necessidades e desejos:  Será um jardim de descanso e contemplação? Um jardim para atividades esportivas? Para lazer de crianças? Para fornecer alimentos? Um jardim terapêutico? Para melhorar o conforto térmico?
  • Espaço disponível: Qual a área? Já existe vegetação no local? O jardim é interno ou externo? Sobre solo ou sobre laje?
  • Condições ambientais: Quantas horas diárias de sol? Qual o tipo do solo? É possível captar água de chuva? Há abundância de água para irrigação? Qual a vegetação nativa da região? E a fauna?
  • Manutenção: O morador tem como hobby a jardinagem? Qual a frequência para contratar um jardineiro? Costuma se ausentar por grandes períodos deixando o jardim sem cuidados?
  • Investimento: Qual a verba disponível para implantação do jardim? E para manutenção? Há vontade de participar do plantio e dos cuidados? Pode dispor de recursos para implantar sistemas complementares de irrigação, iluminação, automação eficientes?

  

Opção de ecoparede da Ecotelhado, parceira do Projeto Residência Sustentável

Sobre a Casa de Projetos Arquitetura e Design

Escritório de prática multidisciplinar especializado em desenvolvimento de projetos paisagísticos, integração e compatibilização de projetos e elaboração de projetos executivos. Com trabalhos desenvolvidos desde 1996 nos setores de comércio e serviços, residências, indústrias, hotéis, e áreas de lazer públicas e privadas, buscando soluções criativas, práticas e econômicas. Os projetos visam a harmonia arquitetônica para a melhor qualidade de ocupação e uso dos espaços.

 São sócios do escritório os arquitetos e urbanistas Herbert Silva Ortiz, formado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e Ângela Lucena e Ortiz, formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Dicas para escolha de acabamentos e mobiliário seguindo critérios de sustentabilidade

quinta-feira, 15 de julho de 2010 - por admin

 

Além de tendências, beleza e funcionalidade, na hora de escolher acabamentos,   móveis e demais itens de decoração deve-se também pensar na sáude da família, no meio ambiente e no bolso.

 Paola Figueiredo, vice-presidente executiva do Grupo SustentaX e idealizadora do projeto Residência Sustentável, dá algumas orientações para a escolha de mobiliário:

  •  Se estiver comprando acessórios, acabamentos ou mesmo mobiliário de madeira, confirme a sua origem legal e a responsabilidade do fabricante através dos selos FSC  (Forest Stewardship Council) ou CEFLOR.

  

Piso Laminado  Eucatex com Selo FSC

  • Dê preferência para espécies com o ciclo de renovação inferior a 10 anos (algodão, bambu, chapa de semente de girassol, eucalipto, juta…), evitando-se a extração de árvores, por exemplo, que levam de 20 a 30 anos para se desenvolverem.

Piso de bambu da Bamboofloor

Tecido de juta, material rapidamente renovável, da JRJ

  • Se pretende comprar pisos, tintas, metais sanitários prefira produtos com o Selo SustentaX, que garante a qualidade e a sustentabilidade dos produtos. No site, você encontra todos os produtos que passaram por vários testes laboratoriais antes de receberem o Selo. 

  

  • Ao comparar produtos, busque verificar a sua origem e, sempre que julgar conveniente, opte pelos  extraídos e manufaturados  na sua região. Esta prática estimula o desenvolvimento regional, combate pobreza, fome e violência e  evita longos deslocamentos de transporte, economizando combustível, diminuindo a poluição e desgastando menos as rodovias.

 

  • Prefira produtos que possuam conteúdo reciclado em sua composição, podendo ser pré-consumo (resíduos do processo de fabricação no produto) ou pós-consumo (resíduos de outras empresas ou de outros locais, como sucatas pós-utilização).

 

Armários deslizantes da Huffix com 98% de aço reciclável

Pastilhado de maciera, a partir dos galhos de poda de pomares de maçã, da Seivart

Piso elevado da Werden com 16,6% de componentes reciclados pós-consumo

Revestimento acústico da Pisoleve produzida com borracha de pneu reciclado

Tapetes Claudia Araújo confeccionados com fio pet, a partir de garrafas plásticas recicladas

 

Tecido de lona de caminhão reciclada da JRJ.

 Fotos: divulgação

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Produtos com baixa toxidade

segunda-feira, 12 de julho de 2010 - por admin

A construção ou a reforma de uma residência sempre começa com o sonho de melhorar o espaço em que se vive.  Mas, deve-se tomar cuidados especiais na escolha dos materiais para criar ambientes que não agridam a saúde de sua família.

A equipe do Residência Sustentável orienta que ao comprar produtos, como adesivos, selantes, tintas, impermeabilizantes, argamassas e papéis de parede, sempre prefira os que tenham baixa toxidade, isto é com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis (COV´s),  substâncias maléficas à saude.  “A exposição a estes compostos  pode causar danos à saúde agudos e crônicos. Pessoas asmáticas ou com problemas respiratórios são particularmente vulneráveis à exposição, mesmo em baixa dosagem. Em altas concentrações, muitos COV´s  são narcóticos potentes e podem deprimir o sistema nervoso central. Exposições podem causar reações de sensibilidade envolvendo o olho, pele e pulmões.” *

No projeto Residência Sustentável serão utilizados produtos com baixa toxidade. Confira:

Adesivos e Selantes Henkelcom baixa emissão de COV´s 

 Impermeabilizante Masterpur VD da Masterpol 

 Papel de Parede Wallcovering Surface iQ™ Non-Vinyl (Lady Revestimentos)

 

 Tintas Suvinil com o Selo SustentaX 

 

Confira  os limites de emissões de COV´s para cada tipo de produto e também aplicação.

Para conhecer produtos com qualidade garantida e baixa toxidade consulte www.SeloSustentaX.com.br

* (fonte:  Vanderley Moacyr John, Dr; Daniel Pinho de Oliveira; José Antonio Ribeiro de Lima. Documento Levantamento do estado da arte: Seleção de materiais. Habitação mais Sustentável. Projeto Finep 2386/04. São Paulo, 2007).

 

fotos: divulgação

Soluções para melhorar o conforto térmico dos ambientes

segunda-feira, 05 de julho de 2010 - por admin

Tradicionalmente, nas reformas de residências, a questão térmica é uma das últimas etapas, restando ao projetista de ar condicionado adequar-se à situação já definida, provocando assim carga térmica elevada, alto consumo de energia e até a inviabilidade do projeto”, explica Luiz Fernando Bueno, engenheiro da LFB, responsável pelo projeto de climatização do Residência Sustentável.

Para o engenheiro, quando as equipes trabalham integradas, pode-se debater e encontrar soluções que permitam melhorar a circulação de ar e a diminuir a radiação solar como, por exemplo, projetar ambientes com ventilação cruzada, reduzir a área envidraçada sem prejudicar a iluminação natural, proteção interna ou externa de fachadas críticas (envidraçadas) por meio de brises e persianas, entre outros. 

O mercado já oferece também algumas soluções que colaboram para a redução da carga térmica:

Películas para vidros:

A linha Prestige de películas para vidros da 3M é uma opção que alia o  equilíbrio entre a iluminação natural e o bloqueio de excesso de energia solar no ambiente interno.  Desenvolvida a partir de nanotecnologia, a película é composta por 242 camadas e promove o bloqueio de 97% de raios infravermelhos e 99,9% dos raios ultravioletas.

  

“A aplicação dessa solução resulta em melhor conforto térmico e na redução do consumo de energia elétrica além de promover uma maior proteção ao mobiliário” afirma Renata Martins, gerente de desenvolvimento do mercado de construção da 3M do Brasil.

 Persianas

Conforto térmico, maior iluminação natural, menor ofuscamento, vista para o exterior são as características da persiana  “Rolô Uniflex com Tecido SilverScreen”. 

 

“A persiana rolô Silverscreen-Uniflex® é um produto de alta performance em proteção solar, composto com tecido de trama especial, aluminizado na parte externa que proporciona a diminuição do calor, redução no gasto de energia no ar condicionado e transparência com conforto visual (brilho), com baixa absorção solar,  grande reflexão solar e pequena transmissão solar”, explica Luiz Gaspar Rego, diretor comercial da Uniflex.

Telhado verde

Outra alternativa é a cobertura ecológica, implantada pela empresa  Ecotelhado, especialista em infraestrutura verde. Este sistema funciona como um isolante térmico, retardando o aquecimento dos ambientes durante o dia e conservando a temperatura durante a noite. Além de isolar o calor, absorve cerca de 30% da água da chuva.

 

Atenção também ao escolher os equipamentos deve-se optar pelos que possuam o Selo Procel nível A, que indica baixo consumo de energia.

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