Conforto Térmico


Novidades na obra do projeto Residência Sustentável

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013 - por sustentax

Após a conclusão da impermeabilização da cobertura, na semana passada, teve início, nesta semana, a  etapa de assentamento do piso linha Classic da Solarium, indicado para áreas externas. Abaixo na foto,  o piso está sendo cortado com água para evitar a dispersão de partículas no ar.

foto2

Piso Solarium – linha Classic

foto3 C

orte do piso com água para evitar poluição do ar interno

 

Antes do piso, foi aplicada uma proteção de cortiça (foto abaixo) para evitar a absorção e passagem de calor para o andar inferior.

aplicação de cortiça para isolamento térmico

Cortiça para isolamento térmico

Abaixo,  é possível verificar a parede  que foi impermeabilizada para aplicação da parede verde, da Ecotelhado.

foto4

Além disso, no piso inferior, os aparelhos de ar condicionado foram protegidos para evitar a entrada de poeiras e outras  partículas presentes em obra, foto abaixo.

foto5

No andar inferior, os pisos já foram aplicados e estão protegidos, enquanto as paredes são preparadas para receber as texturas.

foto6

 

Em breve, mais novidades, como a instalação dos metais sanitários e armários.

Marcadores: , , ,

Acompanhe o andamento das obras!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 - por sustentax

Nas fotos é possível acompanhar o andamento das etapas de instações dos equipamentos de ar-condicionado, vidros, portas e maçanetas, além das pastilhas nos banheiros.

Na próxima semana, teremos mais novidades!

 

obra_17012013

Marcadores: , , , , , , , ,

LED vs. Dicróica

segunda-feira, 09 de abril de 2012 - por sustentax

O LED é cada vez mais uma realidade nas residências, mas em que circunstâncias é mais vantajoso usá-lo no lugar de halógenas dicróicas? Para responder a esta questão, a equipe da Lâmpadas Golden comparou um modelo de halógena dicróica com um modelo de LED, já que ambas podem ser utilizadas para iluminação de destaque, complementar e em embutidos, tanto em ambientes residenciais como comerciais, restaurantes e hotéis, entre outros. Para fazer essa comparação, foi considerado que os dois tipos de lâmpadas podem ser aplicados nos mesmos locais e com as mesmas finalidades. Os quesitos em que elas se diferenciam mostram que podem dar diferentes efeitos como resultado.

O modelo escolhido para esta comparação com a halógena dicróica foi a Ultra LED MR 16 da Lâmpadas Golden. Quando o quesito é economia, o LED vence com grande vantagem. Com potências de 6 e 50W, respectivamente, o sistema LED chega a economizar 88% sobre a dicróica.

Mas quando o assunto é reprodução de cor, por enquanto a dicróica apresenta vantagem, visto que sua tecnologia permite a fidelização das cores dos objetos.

Outro detalhe é o calor emitido pela lâmpada. As dicróicas emitem 60% do calor para o espaço entre forro e teto, incluindo a luminária e 40% para o ambiente. Já o LED joga 100% do seu calor para trás e o aquecimento gerado no ambiente é bem menor que o da dicróica, por ter uma potência bem menor e um dissipador de calor.

Veja os detalhes da comparação no quadro abaixo. Se não está familiarizado com os termos técnicos, temos abaixo um glossário para consulta.

* O modelo MR 16 ainda conta com uma versão com a luz fria, com temperatura de cor de 6000 K, e intensidade luminosa de 1270 cd (1m).

Glossário:

Potência: Indica o consumo de energia, em watts (W). A energia consumida multiplicada pelo tempo de utilização é igual a energia elétrica utilizada.

Intensidade Luminosa: É a quantidade de luz emitida em uma determinada direção. Sua unidade de medida é expressa em candela (cd). Logo à frente, é sempre mostrada a distância de referência, em metros (m).

Abertura: Indica o grau (°) de abertura do feixe de luz, a angulação de onde a luz irá iluminar.

Temperatura de Cor: É a cor aparente da luz emitida por uma fonte, numa escala de 2000 a 6100 K. Em baixas temperaturas de cor a tonalidade da luz tende para o vermelho, que é conhecida como luz quente, enquanto nas altas temperaturas de cor a luz torna-se mais clara, sendo definida como luz fria. A sua unidade de medida é o kelvin (K).

 

IRC (Índice de Reprodução de Cor): Todas as cores que enxergamos sofrem influência da iluminação. A referência de luz com perfeita reprodução de cores é a luz do sol às 12h00, livre de interferência atmosférica, a qual se atribui a graduação de 100, numa escala de 0 a 100. As luzes artificiais são igualmente classificadas de 0 a 100 de acordo com a sua fidelidade ao reproduzir as cores. Quanto mais próxima do 100 estiver, melhor será a sua reprodução de cores.

Vida Mediana: Corresponde ao valor em que 50% das lâmpadas ensaiadas se mantém acesas sob condições controladas em laboratório. Esse tempo não é necessariamente correspondente à vida em serviço, já que flutuações de tensão e outras influências ambientais podem resultar no encurtamento da vida média. Na prática, pela forma que se consome uma lâmpada, sua durabilidade pode variar para mais ou para menos partindo do valor indicado pelo fabricante. Exemplo: Quanto mais se liga e desliga a lâmpada ao longo do dia, menor será sua vida útil.

Marcadores: , , , , , , , , , , ,

Jardim vertical: cultivo de plantas e hortas verticais em pequenos espaços

segunda-feira, 02 de abril de 2012 - por sustentax

Projeto Residência Sustentável terá sistema que permite cultivar plantas e até horta

O Jardim vertical ou Ecoparede, produzido e comercializado pela Ecotelhado - empresa de infra estrutura verde urbana, é composto de floreiras produzidas com plástico reciclado, colocadas uma sobre a outra.

Utiliza o sistema de hidrocultura em que as plantas são mantidas sem o substrato de terra, mas com água, argila expandida e nutrientes. Há duas opções: ornamental ou para cultivo. Neste último, inclusive, pode ser utilizado para o plantio de temperos e hortaliças. Para instalação é preciso somente pontos de luz, agua e dreno. A irrigação é automatizada e com fertilizantes orgânicos – chamada ferti-irrigação.

Entre os benefícios estão: estética, purificação do ar, diminuição da temperatura além da socialização. Em entrevista, Manuela Feijó, Diretora da Ecotelhado, explica melhor o sistema. Acompanhe!

 

Crédito: Paulo Guimarães/Casa Cor RS

 

- Quais as espécies que podem ser utilizadas na ecoparede?

Podemos usar quase todas forrações de pequeno e médio porte até pequenos arbustos desde que plantados pequenos. Recomenda-se observar se o local tem sol, sombra ou meia sombra para melhor escolha das plantas. No caso de plantas de interior, deve-se medir a luminosidade com luximetro e se necessário proporcionar iluminação artificial.

- Quais as indicações de uso da ecoparede?

O jardim vertical traz vida a todos os espaços, levando o verde ao convívio das pessoas. Pode ser usada em hospitais, escritórios, residências, lojas, bancos, repartições ou espaços públicos.

- A ecoparede pode ser usada em quais casos?

Em todos ambientes com vantagem de não tomar espaço, além de poder ser utilizado para agricultura urbana com muitas hortaliças como alface, rúcula, radite, temperos etc.

- Como é o sistema de limpeza? Há perigo de aumento de umidade e de geração de mofos?

Há aumento de umidade pela irrigação o que pode ser desejável em muitos climas. Por não utilizar substrato  orgânico ou feltro, o sistema jardim vertical canguru não apresenta mofo.

- Há necessidade de incidência solar mínima?

A incidência solar pode ser substituída pela luz artificial desde que em potência e distribuição compatível e eficiente.

- Qual o valor médio de sua instalação?

Varia de acordo com tamanho e tipo de plantas utilizadas. O tamanho pelo custo do deslocamento e mão de obra e o tipo de plantas pelo valor individual das espécies. A tendência é quanto maior a metragem quadrada, menor será o valor unitário.

- Como pedir um orçamento?

Entrar em contato pelo site www.ecotelhado.com.br

Marcadores: , , , , , , , , , , ,

Cebrace e Fanavid são parceiras do Residência Sustentável

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 - por admin

A Cebrace é líder no mercado brasileiro do segmento de vidro plano.

 

A Fanavid é uma das pioneiras no segmento de vidros de segurança no Brasil. É certificada pelas normas ISO 14.001, OHSAS 18.001 e  ISO 9.001.

 

A Cebrace é a fornecedora dos vidros  e a Fanavid é a responsável pelo beneficiamento.

 

 

Mitos e verdades sobre o LED

sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 - por admin

Os sistemas de iluminação LED conquistam o consumidor e ocupam papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.

O LED pode ser aplicado em qualquer lugar.

MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores.

Lâmpada LED não esquenta.

MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.

Os LEDs duram para sempre.

MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.

Os LEDs não queimam.

VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.

Sistemas com LED são muito caros.

VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.

Não existe lâmpada LED em tubo.

MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

 

O LED pode ser instalado em um soquete comum.

VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.

O LED pode ser dimerizado.

VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.

 

 

Marcadores: , ,

Soluções para economia e melhoria do conforto térmico

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 - por admin

O desafio da equipe da LFB Engenharia, responsável pelo projeto de climatização no Residência Sustentável, era o de garantir o conforto térmico projetando o ar condicionado dentro do apartamento de forma a também minimizar os gastos com energia. O projeto adequou-se às limitações do empreendimento/arquitetura, visto tratar-se de imóvel existente com 8 ambientes climatizados e apenas 3 unidades externas.

Para Luiz Fernando Bueno, da LFB, o imóvel possui características críticas, como grande incidência de luz solar e também limitantes, por se tratar de uma reforma de um apartamento, não permitindo mudanças estruturais. “A integração da equipe de projetistas proporcionou a busca por soluções de baixo consumo e também por modelo que permite acionamento individualizado com flexibilidade operacional para evitar desperdício”, afirma.

O sistema proposto será do tipo expansão direta, dotado de condicionadores de ar tipo “Multisplit System” quente e frio, com unidades evaporadoras hi-wall para instalação aparente e unidades condensadoras centralizadas com compressor do tipo 100% “inverter”, para permitir redução no consumo de energia (em torno de 30%, comparado aos modelos convencionais).

O modelo escolhido, desenvolvido para residências ou pequenos estabelecimentos comerciais, permite flexibilidade de espaços para instalação e também temperatura mais estáveis, baixo nível de ruído interno a partir de 21dB(A), confiabilidade, durabilidade e velocidade de instlação. A Mitsubishi Electric é a fabricante do Modelo MXZ com alta eficiência energética. O fluído refrigerante utilizado será o R410A, que não possui gases que afetam a camada de ozônio.

Além do ar condicionado, o apartamento contará com dispositivos e produtos para melhorar a circulação do ar e também reduzir a carga térmica, como películas para vidros (3M Window Films);  persianas e tela solar de alta tecnologia que permite iluminação natural e a criação de ambientes com conforto térmico e visual.

Para Luiz Fernando, outro desafio deste projeto é o de mostrar a importância do projeto de climatização também para projetos residenciais.  Com um investimento de 2 a 5% do valor total do investimento, pode-se contar com um serviço especializado que irá definir a eficiência energética, de acordo com as características do imóvel e dos usuários. “O que acontece, muitas vezes, é que ao comprar o aparelho de ar condicionado, o consumidor baseia-se em previsão de consumo, inviabilizando o projeto ou ocasionando na prática um consumo maior”, explica.

 

Contatos:

Projeto de Climatização

LFB Engenharia e Projetos

E-mail: luizfernando@lfbengenharia.com.br

Tel.: (11) 2532-1482 e (11) 8991-6555

 

Ar Condicionado

Mitsubshi Electric

E-mail: cristina.mitsubishi@uol.com.br

Tel.:  (11)  2577-4405 e (11) 9905-6292

 

Película Adesiva para Vidros

3M

Tel: (19) 3838-6702

 

Persianas

Uniflex

Tel: (11) 3758-5544

 

 

 

 

 

Marcadores: , ,

Sustentabilidade desde o design

quinta-feira, 28 de abril de 2011 - por admin

Neste vídeo, Cilene Monteiro Lupi, arquiteta responsável pelo projeto Residência Sustentável, fala sobre como os profissionais de interiores podem contribuir na sustentabilidade desde o design.

Assista ao vídeo.

Marcadores: , , , , ,

Projeto de Climatização proporciona economia e conforto

segunda-feira, 25 de abril de 2011 - por admin

O desafio da equipe da LFB Engenharia, responsável pelo projeto de climatização no Residência Sustentável, era o de projetar o ar condicionado dentro do apartamento de forma a não impactar os gastos com energia e, ao mesmo tempo, promover o conforto térmico aos futuros moradores.

Neste vídeo,  Luiz Fernando Bueno, da LFB, fala sobre as características do imóvel e da integração da equipe de projetistas na  busca por soluções de baixo consumo. 

 

Assista ao vídeo.

Marcadores: , , , , ,

BambooFloor e Naturalux: parceiros falam sobre a participação no projeto Residência Sustentável

segunda-feira, 11 de abril de 2011 - por admin

Fabio Siqueira,  da BambooFloor,  que irá fornecer piso de bambu com selo FSC para o apartamento;   e Mariana Muniz, da Naturalux, que irá disponibilizar o Solatube, solução para  difundir luz natural a ambientes internos, dão depoimentos sobre a participação no Residência Sustentável. 

Confira!

Assista ao vídeo.

 

Assista ao vídeo.

Marcadores: , , , , , , , , , ,

Página 1 de 2
    Próxima 
Publicidade
Publicidade

patrocínio

realização