Iluminação LED


LED vs. Dicróica

segunda-feira, 09 de abril de 2012 - por sustentax

O LED é cada vez mais uma realidade nas residências, mas em que circunstâncias é mais vantajoso usá-lo no lugar de halógenas dicróicas? Para responder a esta questão, a equipe da Lâmpadas Golden comparou um modelo de halógena dicróica com um modelo de LED, já que ambas podem ser utilizadas para iluminação de destaque, complementar e em embutidos, tanto em ambientes residenciais como comerciais, restaurantes e hotéis, entre outros. Para fazer essa comparação, foi considerado que os dois tipos de lâmpadas podem ser aplicados nos mesmos locais e com as mesmas finalidades. Os quesitos em que elas se diferenciam mostram que podem dar diferentes efeitos como resultado.

O modelo escolhido para esta comparação com a halógena dicróica foi a Ultra LED MR 16 da Lâmpadas Golden. Quando o quesito é economia, o LED vence com grande vantagem. Com potências de 6 e 50W, respectivamente, o sistema LED chega a economizar 88% sobre a dicróica.

Mas quando o assunto é reprodução de cor, por enquanto a dicróica apresenta vantagem, visto que sua tecnologia permite a fidelização das cores dos objetos.

Outro detalhe é o calor emitido pela lâmpada. As dicróicas emitem 60% do calor para o espaço entre forro e teto, incluindo a luminária e 40% para o ambiente. Já o LED joga 100% do seu calor para trás e o aquecimento gerado no ambiente é bem menor que o da dicróica, por ter uma potência bem menor e um dissipador de calor.

Veja os detalhes da comparação no quadro abaixo. Se não está familiarizado com os termos técnicos, temos abaixo um glossário para consulta.

* O modelo MR 16 ainda conta com uma versão com a luz fria, com temperatura de cor de 6000 K, e intensidade luminosa de 1270 cd (1m).

Glossário:

Potência: Indica o consumo de energia, em watts (W). A energia consumida multiplicada pelo tempo de utilização é igual a energia elétrica utilizada.

Intensidade Luminosa: É a quantidade de luz emitida em uma determinada direção. Sua unidade de medida é expressa em candela (cd). Logo à frente, é sempre mostrada a distância de referência, em metros (m).

Abertura: Indica o grau (°) de abertura do feixe de luz, a angulação de onde a luz irá iluminar.

Temperatura de Cor: É a cor aparente da luz emitida por uma fonte, numa escala de 2000 a 6100 K. Em baixas temperaturas de cor a tonalidade da luz tende para o vermelho, que é conhecida como luz quente, enquanto nas altas temperaturas de cor a luz torna-se mais clara, sendo definida como luz fria. A sua unidade de medida é o kelvin (K).

 

IRC (Índice de Reprodução de Cor): Todas as cores que enxergamos sofrem influência da iluminação. A referência de luz com perfeita reprodução de cores é a luz do sol às 12h00, livre de interferência atmosférica, a qual se atribui a graduação de 100, numa escala de 0 a 100. As luzes artificiais são igualmente classificadas de 0 a 100 de acordo com a sua fidelidade ao reproduzir as cores. Quanto mais próxima do 100 estiver, melhor será a sua reprodução de cores.

Vida Mediana: Corresponde ao valor em que 50% das lâmpadas ensaiadas se mantém acesas sob condições controladas em laboratório. Esse tempo não é necessariamente correspondente à vida em serviço, já que flutuações de tensão e outras influências ambientais podem resultar no encurtamento da vida média. Na prática, pela forma que se consome uma lâmpada, sua durabilidade pode variar para mais ou para menos partindo do valor indicado pelo fabricante. Exemplo: Quanto mais se liga e desliga a lâmpada ao longo do dia, menor será sua vida útil.

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Mitos e verdades sobre o LED

sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 - por admin

Os sistemas de iluminação LED conquistam o consumidor e ocupam papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.

O LED pode ser aplicado em qualquer lugar.

MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores.

Lâmpada LED não esquenta.

MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.

Os LEDs duram para sempre.

MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.

Os LEDs não queimam.

VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.

Sistemas com LED são muito caros.

VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.

Não existe lâmpada LED em tubo.

MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

 

O LED pode ser instalado em um soquete comum.

VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.

O LED pode ser dimerizado.

VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.

 

 

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Golden e Weber: novos parceiros do projeto Residência Sustentável

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 - por admin

 

Iluminação Led

Fundada em 1990, a Lâmpadas Golden tem 85% de seus produtos voltados para a conservação de energia e promove o uso inteligente e racional da energia elétrica, adotando para isso tecnologia de última geração em seus produtos.

 

 

Cimentcola, Pastilhas e Monocapa Quartzolit

 

A Weber é líder mundial na produção de argamassas industrializadas e oferece uma variedade de soluções com a mais avançada tecnologia em suas formulações para atender às exigências técnicas do mercado.

 

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Sustentabilidade desde o design

quinta-feira, 28 de abril de 2011 - por admin

Neste vídeo, Cilene Monteiro Lupi, arquiteta responsável pelo projeto Residência Sustentável, fala sobre como os profissionais de interiores podem contribuir na sustentabilidade desde o design.

Assista ao vídeo.

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Reformas mais sustentáveis

segunda-feira, 04 de outubro de 2010 - por admin

Para ter reformas mais sustentáveis, deve-se sempre estabelecer critérios para a escolha de materiais e produtos. Alguns já possuem garantias de qualidade e sustentabilidade, mas outros ainda não, exigindo mais atenção dos consumidores.

Produtos a partir de madeira já possuem os selos FSC e Cerflor que garantem o cumprimento de práticas ambientais e sociais rigorosas no manejo. Para produtos finais, como mobiliário, por exemplo, esses selos não são suficientes pois nada avaliam em termos de qualidade, salubridade e responsabilidade na comunicação com o consumidor final.

Adesivos, selantes, pisos, revestimentos, tintas, metais sanitários já possuem o Selo SustentaX de Garantia de Qualidade e Sustentabilidade.

 Mas, e os demais produtos como cimento, gesso, vidros entre outros como devem ser comprados?

 A equipe do Projeto Residência Sustentável preparou algumas dicas e orientações sobre também como podem ser susbstituídos, sem comprometer a obra.

Cimento – Inovar na diminuição do emprego do cimento é um importante desafio, sem comprometer a qualidade e a segurança. Afinal, a produção de cimento tem como consequência um alto consumo de energia e matérias primas. 

Gesso: Materiais em gesso são os mais utilizados em painéis interiores devido à fácil instalação, por serem retardantes de chama, e apresentarem baixo custo. No entanto, a instalação normalmente resulta em um alto volume de resíduos a serem descartados.  Por isso, questione o fornecedor se ele recolhe os resíduos ou então procure empresas que reciclam o material, em sua cidade. 

Lâmpadas: ao comprar lâmpadas, é importante verificar:

  1. Se possuem o Selo Procel de eficiência energética
  2. Se possuem baixo teor de mercúrio e possuem instruções sobre o que fazer em caso de acidente
  3. Que tenham logística reversa garantida pelo fabricante.

Não compre apenas pelo menor preço que aparece na prateleira. Procure no rótulo a vida útil, em horas, estimada pelo fabricante e calcule o custo por 1.000 horas de funcionamento. Uma outra alternativa, é avaliar o emprego de lâmpadas LED, mais eficientes energicamente, com maior vida útil. Da mesma forma, compare utilizando como referencial o valor do custo por 1.000 horas de funcionamento.

 

Modelo de lâmpada LED da Sends Iluminação 

Materiais cerâmicos: dos materiais de acabamento, são uns dos mais duráveis utilizados na arquitetura de interiores e na construção civil. Procure utilizar cerâmicas manufaturadas localmente ou regionalmente para redução dos impactos com custos de transportes e também para favorecer o desenvolvimento regional. 

Metais e ligas metálicas:  o aço é o metal mais comumente utilizado nos produtos de construção civil. É altamente reciclável e sua sucata possui valor comercial. O alumínio é o segundo metal mais comum e provavelmente o mais reciclável no setor da construção. O aço inoxidável e o latão também são metais que podem ser reciclados desde que haja a correta separação dos mesmos. Embora tenham esses aspectos positivos de reciclagem, sua fabricação é intensiva em energia. Mas em determinadas aplicações (ambientes marinhos ou corrosivos, por exemplo) sua aplicação é indispensável. Busque alternativas, sempre que possível, como a madeira.

Plásticos: Dar preferência por plásticos que contenham reciclado na composição (e que atendam às características de desempenho requeridas) e que seja reciclável. A inovação está em  utilizar novos plásticos feitos por meio de fontes renováveis, como cana-de-açúcar. Afinal, a maioria dos plásticos existentes é formulada a partir de fontes não renováveis de petróleo e gases naturais. Além disto, sua produção pode envolver o uso de substâncias tóxicas e potencialmente perigosas. Por isso, optar por alternativas sustentáveis colabora para o meio ambiente e para a saúde.

Vidros: Devem apresentar características técnicas que também contribuam para a eficiência energética do sistema de ar condicionado. Existem também no mercado soluções como películas para vidros (3M) que colaboram para melhor economia energética e contribuem para a aprazibilidade do espaço por permitir iluminação natural e vista para o exterior.

A linha Prestige de películas para vidros da 3M é uma opção que alia o  equilíbrio entre a iluminação natural e o bloqueio de excesso de energia solar no ambiente interno.  Desenvolvida a partir de nanotecnologia, a película é composta por 242 camadas e promove o bloqueio de 97% de raios infravermelhos e 99,9% dos raios ultravioletas.

No projeto Residência Sustentável, além das películas para vidros, serão usadas também, com tecnologia 3M, em parceria com a fornecedora de vidros Penha Vidros,  células fotovoltáicas para geração de energia solar.

Contatos:

3M

linha aberta 3M: 0800- 0132333

www.3m.com.br

iHome

55 – 41 – 4063-9151

http://www.ihome.ind.br

 

Sends Iluminação

Tel: 55 11 3392-2322

www.sendsiluminacao.com.br

 

Penha Vidros

Show-Room: rua Pamplona, 1483 – São Paulo/SP

Tel: 55 11 3225-3713

www.penhavidros.com.br

fotos: divulgação 

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Automação Residencial: ambientes inteligentes e mais sustentáveis

sexta-feira, 23 de julho de 2010 - por admin

Evitar que lâmpadas sejam ligadas quando ainda existir iluminação natural suficiente, monitorar crianças ou idosos por meio de câmeras, controlar a  temperatura e umidade em adegas, automatizar torneiras de jardim, acionar cortinas e persianas para diminuir a insolação nos ambientes são alguns exemplos de procedimentos que podem ser realizados em um projeto de automação residencial.

 No Residência Sustentável, o objetivo do projeto de automação é mostrar as soluções possíveis que permitem controle de gastos desnecessários com energia e a importância da projeto de automação integrado ao arquitetônico.

A arquiteta Virgínia Rodrigues, da Marbie System, empresa responsável pelo automação do Residência Sustentável, explica que a automação residencial é a aplicação das tecnologias existentes para melhorar a qualidade de vida do usuário, facilitando e tornando automáticas algumas tarefas básicas da residência, visando o conforto, segurança e economia do usuário.

O objetivo, explica a arquiteta, é tornar as residências mais eficientes com a utilização de sistemas inteligentes, que controlam algumas tarefas básicas como, por exemplo:

-        o uso eficiente da iluminação artificial, por meio de sensores, dimerizadores ou temporizadores que controlam os sistemas de iluminação;

-        acionamento de cortinas e persianas elétricas, de forma programada, para intensificar ou diminuir a insolação nos ambientes;

-        controle interno de temperatura, atuando sobre os condicionadores de ar e/ou aquecedores de ambiente, com base nas informações dos sensores;

-        controle de tratamento de águas pluviais e utilização racional da água para irrigação, com utilização de sensores de umidade de solo e ar;

A automação, além de criar ambientes mais inteligentes, contribui também para gerar resultados favoráveis ao desempenho energético e ao conforto ambiental. “As utilizações são diversas, mas pode-se citar os controladores inteligentes que ligados a sensores de luminosidade externos determinam o acendimento automático da iluminação apenas quando o ambiente está sendo utilizado, evitando que as luzes sejam acesas à noite quando o ambiente está vazio”. Outra situação é gerenciar o gasto com energia elétrica nas unidades residenciais, analisando horários de maior gasto e equipamentos que determinam desperdícios.

Contudo para o projeto ser de fato eficiente é imprescindível a análise das necessidades e aspirações da família e propor algumas aplicações específicas. “É fundamental que todas as aplicações sejam úteis àquela família e que também seja feito um estudo detalhado de custo X benefício destas aplicações. Projetos mais avançados podem incluir o controle remoto, via celular, de alguns equipamentos como ar condicionado, por exemplo.”

Para a arquiteta, a dica mais importante para os interessados em tecnologias residenciais é que a fase de contratação do projeto de automação deve se dar juntamente com o projeto arquitetônico e elétrico. “Uma concepção realmente inteligente, nasce de um projeto integrando todas as especialidades visando o design, conforto, consciência social e ecológica, onde a utilização dos recursos tecnológicos de automação é mais uma das ferramentas disponíveis na busca do projeto sustentável ideal”, finaliza.

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