Iluminação Natural


LED vs. Dicróica

segunda-feira, 09 de abril de 2012 - por sustentax

O LED é cada vez mais uma realidade nas residências, mas em que circunstâncias é mais vantajoso usá-lo no lugar de halógenas dicróicas? Para responder a esta questão, a equipe da Lâmpadas Golden comparou um modelo de halógena dicróica com um modelo de LED, já que ambas podem ser utilizadas para iluminação de destaque, complementar e em embutidos, tanto em ambientes residenciais como comerciais, restaurantes e hotéis, entre outros. Para fazer essa comparação, foi considerado que os dois tipos de lâmpadas podem ser aplicados nos mesmos locais e com as mesmas finalidades. Os quesitos em que elas se diferenciam mostram que podem dar diferentes efeitos como resultado.

O modelo escolhido para esta comparação com a halógena dicróica foi a Ultra LED MR 16 da Lâmpadas Golden. Quando o quesito é economia, o LED vence com grande vantagem. Com potências de 6 e 50W, respectivamente, o sistema LED chega a economizar 88% sobre a dicróica.

Mas quando o assunto é reprodução de cor, por enquanto a dicróica apresenta vantagem, visto que sua tecnologia permite a fidelização das cores dos objetos.

Outro detalhe é o calor emitido pela lâmpada. As dicróicas emitem 60% do calor para o espaço entre forro e teto, incluindo a luminária e 40% para o ambiente. Já o LED joga 100% do seu calor para trás e o aquecimento gerado no ambiente é bem menor que o da dicróica, por ter uma potência bem menor e um dissipador de calor.

Veja os detalhes da comparação no quadro abaixo. Se não está familiarizado com os termos técnicos, temos abaixo um glossário para consulta.

* O modelo MR 16 ainda conta com uma versão com a luz fria, com temperatura de cor de 6000 K, e intensidade luminosa de 1270 cd (1m).

Glossário:

Potência: Indica o consumo de energia, em watts (W). A energia consumida multiplicada pelo tempo de utilização é igual a energia elétrica utilizada.

Intensidade Luminosa: É a quantidade de luz emitida em uma determinada direção. Sua unidade de medida é expressa em candela (cd). Logo à frente, é sempre mostrada a distância de referência, em metros (m).

Abertura: Indica o grau (°) de abertura do feixe de luz, a angulação de onde a luz irá iluminar.

Temperatura de Cor: É a cor aparente da luz emitida por uma fonte, numa escala de 2000 a 6100 K. Em baixas temperaturas de cor a tonalidade da luz tende para o vermelho, que é conhecida como luz quente, enquanto nas altas temperaturas de cor a luz torna-se mais clara, sendo definida como luz fria. A sua unidade de medida é o kelvin (K).

 

IRC (Índice de Reprodução de Cor): Todas as cores que enxergamos sofrem influência da iluminação. A referência de luz com perfeita reprodução de cores é a luz do sol às 12h00, livre de interferência atmosférica, a qual se atribui a graduação de 100, numa escala de 0 a 100. As luzes artificiais são igualmente classificadas de 0 a 100 de acordo com a sua fidelidade ao reproduzir as cores. Quanto mais próxima do 100 estiver, melhor será a sua reprodução de cores.

Vida Mediana: Corresponde ao valor em que 50% das lâmpadas ensaiadas se mantém acesas sob condições controladas em laboratório. Esse tempo não é necessariamente correspondente à vida em serviço, já que flutuações de tensão e outras influências ambientais podem resultar no encurtamento da vida média. Na prática, pela forma que se consome uma lâmpada, sua durabilidade pode variar para mais ou para menos partindo do valor indicado pelo fabricante. Exemplo: Quanto mais se liga e desliga a lâmpada ao longo do dia, menor será sua vida útil.

Marcadores: , , , , , , , , , , ,

Cebrace e Fanavid são parceiras do Residência Sustentável

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012 - por admin

A Cebrace é líder no mercado brasileiro do segmento de vidro plano.

 

A Fanavid é uma das pioneiras no segmento de vidros de segurança no Brasil. É certificada pelas normas ISO 14.001, OHSAS 18.001 e  ISO 9.001.

 

A Cebrace é a fornecedora dos vidros  e a Fanavid é a responsável pelo beneficiamento.

 

 

Mitos e verdades sobre o LED

sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 - por admin

Os sistemas de iluminação LED conquistam o consumidor e ocupam papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.

O LED pode ser aplicado em qualquer lugar.

MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores.

Lâmpada LED não esquenta.

MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.

Os LEDs duram para sempre.

MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.

Os LEDs não queimam.

VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.

Sistemas com LED são muito caros.

VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.

Não existe lâmpada LED em tubo.

MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

 

O LED pode ser instalado em um soquete comum.

VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.

O LED pode ser dimerizado.

VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.

 

 

Marcadores: , ,

Sustentabilidade desde o design

quinta-feira, 28 de abril de 2011 - por admin

Neste vídeo, Cilene Monteiro Lupi, arquiteta responsável pelo projeto Residência Sustentável, fala sobre como os profissionais de interiores podem contribuir na sustentabilidade desde o design.

Assista ao vídeo.

Marcadores: , , , , ,

Sua casa é sustentável?

terça-feira, 09 de novembro de 2010 - por admin

 

Faça o teste e descubra se ela foi de fato planejada, construída e decorada com menores impactos no meio ambiente, eficiente energeticamente e com mecanismos para redução do consumo de água.

Instruções: para cada pergunta responda sim ou não

ENERGIA

1. O imóvel foi planejado para ter o aproveitamento racional da iluminação e ventilação naturais e da gravidade para abastecimento de água?

2. O projeto se preocupou em garantir conforto térmico para os ambientes na maior parte do tempo, de forma natural?

3. As pinturas das fachadas são de cores claras para reduzir a absorção de calor pela estruturas?

4. O telhado tem cobertura vegetal ou foi pintado com tintas brancas de alta refletâncias, para reduzir o efeito da insolação?

5. Foi considerado aquecimento solar para água?

6. A iluminação artificial é eficiente com pelo menos 95% das lâmpadas sendo fluorescentes com baixo teor de mercúrio e/ou LED?

7. Foram colocados sensores de presença para acionamento das lâmpadas de áreas comuns internas (corredores, por exemplo) e garagens?

8. Foram instalados sensores de luminosidade para ligar e desligar as lâmpadas das áreas externas (portão, estacionamento, jardins…)?

9. Os eletrodomésticos (ar condicionado, TV, geladeira, freezer…) possuem Selo Procel nível A?

10. Os fogões e aquecedores (à gás) possuem o Selo Conpet? ÁGUA

11. Foi instalado sistema para captação de água de chuva para ser utilizada na irrigação, descarga e limpeza externa?

12. Todas as torneiras têm o Selo SustentaX ou temporizadores ou aeradores para economia de água?

13. As válvulas de descarga ou caixas acopladas são de duplo fluxo?

14. Os chuveiros possuem aeradores para economia de água?

15. O paisagismo foi projetado de modo a utilizar espécies locais de baixo consumo de água?

16. Os pisos externos, incluindo calçadas, são permeáveis?

MATERIAIS

17. Pelo menos 20% do total (em custo) de materiais empregados tiveram conteúdo reciclado?

18. Pelo menos 50% do total (em custo) dos materiais e produtos utilizados na construção e decoração foram extraídos, processados ou manufaturados regionalmente (raio de 800 km)?

19. Materiais contendo amianto foram proibidos de serem utilizados na obra?

20. 100% das madeiras utilizadas nas etapas de construção foram de origem legal?

21. Pelo menos 50% das madeiras (incluindo mobiliário) possuem o selo FSC ou Cerflor?

QUALIDADE AMBIENTAL INTERNA

22. 100% das tintas utilizadas possuíam o Selo SustentaX ou comprovação de baixa toxidade (ser a base de água não significa ser de baixa toxidade)?

23. 100% dos adesivos, selantes e impermeabilizantes utilizados possuíam o Selo SustentaX ou comprovação de baixa toxidade? Atenção: ser a base de água não significa ser de baixa toxidade.

24. 100% dos tapetes, carpetes e tecidos dos estofados possuem o Selo SustentaX ou comprovação de baixa toxidade?

25. Existem barreiras de contenção de poeira (capachos, por exemplo) em todas as entradas para reter a poeira (cerca de 75% da poeira entra pela sola dos calçados!)

26. Os locais de armazenamento de alimentos são separados dos produtos de limpeza?

RESÍDUOS

27. Durante a obra, os resíduos gerados foram corretamente separados e enviados para reciclagem?

28. Foi previsto espaço para serem realizadas coleta, separação e armazenamento seletivo de resíduos e de lixo (os recicláveis são destinados para cooperativas)?

29. Foi previsto espaço e pratica-se a compostagem?

30. Foi previsto espaço para armazenamento e destinação do óleo de cozinha para reciclagem (fabricação de sabão, por exemplo)?

Confira o resultado:

 Se você respondeu negativamente aos itens 1 e 2, infelizmente, sua casa não é sustentável do ponto de vista energético.

Até 10 respostas positivas: Sua casa ainda não é sustentável. Mas, existem alternativas que poderão contribuir para a eficiência energética e o uso racional da água no seu imóvel. Não é porque sua casa não foi construída seguindo critérios de sustentabilidade que você não pode torná-la mais sustentável. Fique atento quando for adquirir novos equipamentos ou pensar numa reforma. Faça já o que você percebeu que pode apresentar reduções de custo e bem estar para você e sua família.

De 11 a 20 respostas positivas: com certeza, você está preocupado com a qualidade de vida e com a manutenção dos recursos naturais do planeta, mas ainda não incorporou completamente a sustentabilidade em seu imóvel. Sustentabilidade é ainda muito confundida com ecologia, fique atento para os critérios que utilizará na escolha dos produtos e materiais em uma próxima reforma e prefira sempre produtos que tenham garantia de qualidade, salubridade e sustentabilidade.

A partir de 20 respostas positivas: Parabéns! Seu imóvel é sustentável e o investimento feito certamente está retornando por menores custos com energia, água e conservação já que desde o início você se preocupou com eficiência e economia. Além disso, sua família agradece por morar em um ambiente mais saudável e de melhor qualidade de vida e que vai valorizar acima do mercado!

*Teste elaborado pelo Grupo SustentaX.

Marcadores: , , ,

Reformas mais sustentáveis

segunda-feira, 04 de outubro de 2010 - por admin

Para ter reformas mais sustentáveis, deve-se sempre estabelecer critérios para a escolha de materiais e produtos. Alguns já possuem garantias de qualidade e sustentabilidade, mas outros ainda não, exigindo mais atenção dos consumidores.

Produtos a partir de madeira já possuem os selos FSC e Cerflor que garantem o cumprimento de práticas ambientais e sociais rigorosas no manejo. Para produtos finais, como mobiliário, por exemplo, esses selos não são suficientes pois nada avaliam em termos de qualidade, salubridade e responsabilidade na comunicação com o consumidor final.

Adesivos, selantes, pisos, revestimentos, tintas, metais sanitários já possuem o Selo SustentaX de Garantia de Qualidade e Sustentabilidade.

 Mas, e os demais produtos como cimento, gesso, vidros entre outros como devem ser comprados?

 A equipe do Projeto Residência Sustentável preparou algumas dicas e orientações sobre também como podem ser susbstituídos, sem comprometer a obra.

Cimento – Inovar na diminuição do emprego do cimento é um importante desafio, sem comprometer a qualidade e a segurança. Afinal, a produção de cimento tem como consequência um alto consumo de energia e matérias primas. 

Gesso: Materiais em gesso são os mais utilizados em painéis interiores devido à fácil instalação, por serem retardantes de chama, e apresentarem baixo custo. No entanto, a instalação normalmente resulta em um alto volume de resíduos a serem descartados.  Por isso, questione o fornecedor se ele recolhe os resíduos ou então procure empresas que reciclam o material, em sua cidade. 

Lâmpadas: ao comprar lâmpadas, é importante verificar:

  1. Se possuem o Selo Procel de eficiência energética
  2. Se possuem baixo teor de mercúrio e possuem instruções sobre o que fazer em caso de acidente
  3. Que tenham logística reversa garantida pelo fabricante.

Não compre apenas pelo menor preço que aparece na prateleira. Procure no rótulo a vida útil, em horas, estimada pelo fabricante e calcule o custo por 1.000 horas de funcionamento. Uma outra alternativa, é avaliar o emprego de lâmpadas LED, mais eficientes energicamente, com maior vida útil. Da mesma forma, compare utilizando como referencial o valor do custo por 1.000 horas de funcionamento.

 

Modelo de lâmpada LED da Sends Iluminação 

Materiais cerâmicos: dos materiais de acabamento, são uns dos mais duráveis utilizados na arquitetura de interiores e na construção civil. Procure utilizar cerâmicas manufaturadas localmente ou regionalmente para redução dos impactos com custos de transportes e também para favorecer o desenvolvimento regional. 

Metais e ligas metálicas:  o aço é o metal mais comumente utilizado nos produtos de construção civil. É altamente reciclável e sua sucata possui valor comercial. O alumínio é o segundo metal mais comum e provavelmente o mais reciclável no setor da construção. O aço inoxidável e o latão também são metais que podem ser reciclados desde que haja a correta separação dos mesmos. Embora tenham esses aspectos positivos de reciclagem, sua fabricação é intensiva em energia. Mas em determinadas aplicações (ambientes marinhos ou corrosivos, por exemplo) sua aplicação é indispensável. Busque alternativas, sempre que possível, como a madeira.

Plásticos: Dar preferência por plásticos que contenham reciclado na composição (e que atendam às características de desempenho requeridas) e que seja reciclável. A inovação está em  utilizar novos plásticos feitos por meio de fontes renováveis, como cana-de-açúcar. Afinal, a maioria dos plásticos existentes é formulada a partir de fontes não renováveis de petróleo e gases naturais. Além disto, sua produção pode envolver o uso de substâncias tóxicas e potencialmente perigosas. Por isso, optar por alternativas sustentáveis colabora para o meio ambiente e para a saúde.

Vidros: Devem apresentar características técnicas que também contribuam para a eficiência energética do sistema de ar condicionado. Existem também no mercado soluções como películas para vidros (3M) que colaboram para melhor economia energética e contribuem para a aprazibilidade do espaço por permitir iluminação natural e vista para o exterior.

A linha Prestige de películas para vidros da 3M é uma opção que alia o  equilíbrio entre a iluminação natural e o bloqueio de excesso de energia solar no ambiente interno.  Desenvolvida a partir de nanotecnologia, a película é composta por 242 camadas e promove o bloqueio de 97% de raios infravermelhos e 99,9% dos raios ultravioletas.

No projeto Residência Sustentável, além das películas para vidros, serão usadas também, com tecnologia 3M, em parceria com a fornecedora de vidros Penha Vidros,  células fotovoltáicas para geração de energia solar.

Contatos:

3M

linha aberta 3M: 0800- 0132333

www.3m.com.br

iHome

55 – 41 – 4063-9151

http://www.ihome.ind.br

 

Sends Iluminação

Tel: 55 11 3392-2322

www.sendsiluminacao.com.br

 

Penha Vidros

Show-Room: rua Pamplona, 1483 – São Paulo/SP

Tel: 55 11 3225-3713

www.penhavidros.com.br

fotos: divulgação 

Marcadores: , , ,

Parceiros do Residência Sustentável entre os finalistas do Prêmio Planeta Casa 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010 - por admin

  

 

Em sua nona edição, o Prêmio Planeta Casa, uma iniciativa da revista Casa Claudia e do projeto Planeta Sustentável, da Editora Abril, tem entre os finalistas parceiros do Projeto Residência Sustentável.  

Telhado verde, da Ecotelhado, concorre na categoria Materiais de Construção
 

 

Solatube, equipamento que capta, transfere e difunde a luz solar por todos os ambientes internos, é finalista também da categoria materiais de construção.

  

  

Pastilhado de macieira, da Seivarte, no ambiente criado por Karla Cunha, finalista da categoria Design de Interiores.

  

Os vencedores serão conhecidos na edição de outubro da revista CASA CLAUDIA. 

 Fotos: Planeta Casa

Tecnologias no projeto Residência Sustentável

sexta-feira, 27 de agosto de 2010 - por admin

Com o intuito de mostrar ao mercado de reformas que já existem profissionais especializados em desenvolver projetos sustentáveis e também produtos sustentáveis para obras e decoraçāo, o projeto Residência Sustentável apresenta novas tecnologias que melhoram a qualidade de vida e permitem redução de gastos de energia, utilizando como fonte a energia e a luz solar.   

Luz natural em todos os ambientes  

   

O Solatube é um equipamento que capta, transfere e difunde a luz solar por todos os ambientes internos, principalmente, àqueles que não se beneficiam diretamente de iluminação natural, proporcionando além de economia de energia:   

  • 100% de iluminação ambiental com melhoria no desempenho durante as primeiras horas da manhã e ao entardecer
  • minimização da luz natural ao meio dia
  • redução do contraste e ofuscamento
  • redução de 25% na transmissão de calor
  • filtros de raios UV

Informações adicionais: 

Modelo  Uni. 290 DS, que abrange até 24 m2 de área (com instalação) a partir de R$ 1.500,00 

Manutenção: 1 vez ao ano (pano úmido com água no domo e na lente) 

Assistência Técnica: 21 – 3868-5713 (atende todo o Brasil) 

 Aquecedor solar de água  

  

A Soletrol oferece solução para captar e absorver a radiação solar para o aquecimento da água para banho.  A radiação solar atravessa a cobertura do coletor, aquecendo os tubos e transferindo o calor para água que circula em seu interior, proporcionando redução dos gastos com energia elétrica, já que o chuveiro elétrico é ainda um dos grandes vilões no consumo de energia. 

O modelo  Compacto Solarmax® é fácil de instalar e não requer grandes alterações na residência. De acordo com o fabricante,  qualquer pessoa com alguma experiência em instalações hidráulicas pode instalar esse aquecedor, barateando sua implantação. 

Nos dias em que o sol não aquece plenamente a água, é possível complementar a temperatura usando o próprio chuveiro elétrico ou optar por um sistema elétrico (acessório opcional) que complementará o aquecimento necessário para uma utilização satisfatória. 

Informações adicionais: 

Modelo Solarmax (compacto para funcionar com chuveiros elétricos em residências de até 120 m² com cerca de 4 pessoas (4 banhos diários), aproximadamente R$ 1400,00, devidamente instalado. 

Manutenção: lavagem dos coletores a cada 6 meses 

Telefone para informações: 0800-112274 

 

Soluções para melhorar o conforto térmico dos ambientes

segunda-feira, 05 de julho de 2010 - por admin

Tradicionalmente, nas reformas de residências, a questão térmica é uma das últimas etapas, restando ao projetista de ar condicionado adequar-se à situação já definida, provocando assim carga térmica elevada, alto consumo de energia e até a inviabilidade do projeto”, explica Luiz Fernando Bueno, engenheiro da LFB, responsável pelo projeto de climatização do Residência Sustentável.

Para o engenheiro, quando as equipes trabalham integradas, pode-se debater e encontrar soluções que permitam melhorar a circulação de ar e a diminuir a radiação solar como, por exemplo, projetar ambientes com ventilação cruzada, reduzir a área envidraçada sem prejudicar a iluminação natural, proteção interna ou externa de fachadas críticas (envidraçadas) por meio de brises e persianas, entre outros. 

O mercado já oferece também algumas soluções que colaboram para a redução da carga térmica:

Películas para vidros:

A linha Prestige de películas para vidros da 3M é uma opção que alia o  equilíbrio entre a iluminação natural e o bloqueio de excesso de energia solar no ambiente interno.  Desenvolvida a partir de nanotecnologia, a película é composta por 242 camadas e promove o bloqueio de 97% de raios infravermelhos e 99,9% dos raios ultravioletas.

  

“A aplicação dessa solução resulta em melhor conforto térmico e na redução do consumo de energia elétrica além de promover uma maior proteção ao mobiliário” afirma Renata Martins, gerente de desenvolvimento do mercado de construção da 3M do Brasil.

 Persianas

Conforto térmico, maior iluminação natural, menor ofuscamento, vista para o exterior são as características da persiana  “Rolô Uniflex com Tecido SilverScreen”. 

 

“A persiana rolô Silverscreen-Uniflex® é um produto de alta performance em proteção solar, composto com tecido de trama especial, aluminizado na parte externa que proporciona a diminuição do calor, redução no gasto de energia no ar condicionado e transparência com conforto visual (brilho), com baixa absorção solar,  grande reflexão solar e pequena transmissão solar”, explica Luiz Gaspar Rego, diretor comercial da Uniflex.

Telhado verde

Outra alternativa é a cobertura ecológica, implantada pela empresa  Ecotelhado, especialista em infraestrutura verde. Este sistema funciona como um isolante térmico, retardando o aquecimento dos ambientes durante o dia e conservando a temperatura durante a noite. Além de isolar o calor, absorve cerca de 30% da água da chuva.

 

Atenção também ao escolher os equipamentos deve-se optar pelos que possuam o Selo Procel nível A, que indica baixo consumo de energia.

Workshop Residência Sustentável para apresentação dos projetos

quinta-feira, 24 de junho de 2010 - por admin

Empresas e profissionais parceiros do Projeto Residência Sustentável

 

Herbert e Angela Ortiz, da Casa de Projetos, que assinam o Paisagismo do Residência Sustentável e Cilene Monteiro Lupi, responsável pelos projetos de arquitetura e interiores

 

Profissionais debatem soluções para o projeto

 

Paola Figueiredo, idealizadora do projeto, fala sobre o projeto e apresenta parceiros

 

Mestre I Ming, da Sociedade Feng Shui, apresenta suas indicações para a harmonização ambiental

 

Angela Ortiz apresenta projeto de Paisagismo

 

Herbert Ortiz comenta soluções do projeto paisagístico

 

Roberto Giacometti, da Giacometti Projetos, apresenta soluções de hidráulica e elétrica

 

Luiz Fernando Bueno, da LFB Engenharia e Projetos, comenta soluções para melhoria do conforto térmico no imóvel

 

José Roberto Muratori, da Marbie Systems, explica as novas tecnologias e benefícios para a automação residencial

 

Luciano Soma, da Proassp Projetos, apresenta o projeto de impermeabilização do apartamento

 

Convidados para o II Workshop Residência Sustentável

Página 1 de 2
    Próxima 
Publicidade
Publicidade

patrocínio

realização