Produtos Sustentáveis


Etapas de uma reforma sustentável

segunda-feira, 04 de fevereiro de 2013 - por sustentax

Novidades a cada dia na reforma do apartamento do projeto Residência Sustentável.  Ambientes estão em constante transformação. Acompanhem pelas imagens.

Dois ângulos diferentes da  entrada principal, portas já instaladas, incluindo as de vidro.

hall

 Detalhe do forro 

forro

 Pastilhas aplicadas na suíte principal

pastilha

Operários trabalham na cobertura, no local em que será o ofurô

operários

Área externa da cobertura, já com os pisos colocados 

areaexterna_cobertura

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Novidades na obra do projeto Residência Sustentável

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013 - por sustentax

Após a conclusão da impermeabilização da cobertura, na semana passada, teve início, nesta semana, a  etapa de assentamento do piso linha Classic da Solarium, indicado para áreas externas. Abaixo na foto,  o piso está sendo cortado com água para evitar a dispersão de partículas no ar.

foto2

Piso Solarium – linha Classic

foto3 C

orte do piso com água para evitar poluição do ar interno

 

Antes do piso, foi aplicada uma proteção de cortiça (foto abaixo) para evitar a absorção e passagem de calor para o andar inferior.

aplicação de cortiça para isolamento térmico

Cortiça para isolamento térmico

Abaixo,  é possível verificar a parede  que foi impermeabilizada para aplicação da parede verde, da Ecotelhado.

foto4

Além disso, no piso inferior, os aparelhos de ar condicionado foram protegidos para evitar a entrada de poeiras e outras  partículas presentes em obra, foto abaixo.

foto5

No andar inferior, os pisos já foram aplicados e estão protegidos, enquanto as paredes são preparadas para receber as texturas.

foto6

 

Em breve, mais novidades, como a instalação dos metais sanitários e armários.

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Acompanhe o andamento das obras!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 - por sustentax

Nas fotos é possível acompanhar o andamento das etapas de instações dos equipamentos de ar-condicionado, vidros, portas e maçanetas, além das pastilhas nos banheiros.

Na próxima semana, teremos mais novidades!

 

obra_17012013

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Dicas para a escolha de fechaduras e a adoção de ações preventivas para aumentar a segurança de residências

segunda-feira, 16 de abril de 2012 - por sustentax

A PADO, líder do mercado nacional de cadeados e fechaduras de alto padrão, relaciona algumas dicas na hora de escolher as fechaduras adequadas, com atenção especial para o quesito segurança.   A escolha certa garante a eficiência e a durabilidade do dispositivo.

Tráfego: antes de optar por um modelo, veja o item tráfego, isto é quantas vezes a porta é aberta. A escolha do dispositivo deve respeitá-lo, de maneira a evitar desgaste e corrosão, aumentando a durabilidade e melhorando a segurança. Existem opções de modelos para as necessidades de todos os tipos de tráfego: leve, moderado e alto.

Porta: a escolha da fechadura deve ser adequada também ao tipo de porta. Para a entrada das residências, por exemplo, recomenda-se modelos mais  resistentes, como as de metal ou madeira.

Manutenção: deve-se realizar vistorias periódicas para averiguar se os dispositivos estão em perfeitas condições de uso. A vistoria preventiva tem tanta importância quanto a instalação de uma fechadura apropriada para cada local e situação.

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Como funciona o aquecimento solar de água?

quinta-feira, 29 de março de 2012 - por sustentax

O projeto Residência Sustentável tem o intuito de apresentar tendências e tecnologias sustentáveis. Entre as que serão utilizadas no apartamento está o aquecedor solar de água, produzido pela Soletrol, líder no Brasil e a maior fabricante de aquecedores solares de água do continente americano.

Acompanhe neste vídeo o funcionamento básico do aquecedor solar:

http://www.soletrol.com.br/video/?vid=MAIvD1&cat=0

A empresa apresenta várias opções de produtos, como por exemplo, o Coletor Solar Soletrol Max 3D, cuja tecnologia e design permitem captar o calor do sol em três dimensões, e o Coletor Solar Soletrol Prime Select Heat Pipe, indicado para locais de baixa temperatura, que proporciona mais eficiência e evita danos causados por geadas, até linhas compactas para quatro banhos diários.

 

 

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Mitos e verdades sobre o LED

sexta-feira, 03 de fevereiro de 2012 - por admin

Os sistemas de iluminação LED conquistam o consumidor e ocupam papel de destaque no mercado brasileiro de lâmpadas. Valorizada pelo consumo de energia equilibrado, esta nova tecnologia que converte energia elétrica em luz dentro de um material de cristal sólido ainda gera muita dúvida quanto à aplicabilidade.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre o LED, o especialista em Iluminação e Design de Interiores e responsável pelo Centro de Treinamento da Lâmpadas Golden, Leandro de Barros, analisa alguns mitos e verdades que cercam o tema.

O LED pode ser aplicado em qualquer lugar.

MITO. Em nossos dias, nem sempre o LED é a melhor solução. Há questões técnicas a serem consideradas: Seu Índice de Reprodução de Cor (IRC) não é elevado, está entre 70 e 80. Por isso, o LED não é aplicável a tudo. Não é ideal, por exemplo, em espaços de destaques em loja de roupas porque não tem boa fidelização de cor. Já para iluminação decorativa ele é imbatível, pois possui cores saturadas, diversidade de ângulo de abertura e alguns modelos permitem o controle das cores.

Lâmpada LED não esquenta.

MITO. O sistema LED gera temperatura térmica durante a conversão da eletricidade em luz, porém não joga o calor para o ambiente graças ao auxílio de dissipadores que têm a capacidade de removê-los. Este é um dos aspectos que contribuem para aumentar sua vida útil. Por isso não é possível colocar o LED em luminária desenvolvida para lâmpada tradicional que ele queima.

Os LEDs duram para sempre.

MITO. Lâmpadas LED possuem uma vida longa, mas depreciam com o tempo, como qualquer outra fonte de luz artificial. Essa depreciação luminosa é prevista através de testes durante um longo período de tempo, a fim de se determinar quando uma específica porcentagem de luz é perdida. Alguns fatores contribuem para a degradação do fluxo luminoso, como variação de temperatura, variação de correntes na fonte e a eficácia de sistemas de refrigeração. Quando o sistema de LED não falha, a depreciação do fluxo luminoso é um fator importante para estabelecer o tempo de vida do produto.

Os LEDs não queimam.

VERDADE. O produto não queima, mas perde a intensidade luminosa com o tempo. Os LEDs de boa especificação têm de 20 mil a 50 mil horas de vida útil, com uma perda de fluxo luminoso de 30%. O diodo dura, mas os componentes duram menos. O calor provoca degradação do fósforo nos LEDs brancos causando uma depreciação do brilho e variação na temperatura de cor.

Sistemas com LED são muito caros.

VERDADE. Porém, o retorno do investimento em economia de energia e em manutenção é rápido, há situações em que o retorno deste investimento pode acontecer em menos de um ano. Além disso, deve ser levado em consideração que o valor do sistema já está mais barato que um ano atrás, e a tendência é esse valor reduzir mais.

Não existe lâmpada LED em tubo.

MITO. Hoje já existem modelos com formatos similares às lâmpadas tubulares com a tecnologia LED.

 

O LED pode ser instalado em um soquete comum.

VERDADE. Vários modelos já podem ser instalados no padrão brasileiro de base de rosca E27.

O LED pode ser dimerizado.

VERDADE. Mas nem todos os modelos disponíveis no mercado permitem a regulagem da intensidade de luz.

 

 

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Dicas para escolher produtos mais sustentáveis para a sua casa e família

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 - por admin

O consumidor ainda encontra dificuldades na identificação de produtos sustentáveis, mesmo já tendo demonstrado disposição de pagar até mais por tais produtos. O Grupo SustentaX preparou algumas dicas você analisar a sustentabilidade de produtos na hora de decisão de compra.

 1.      Prefira produtos produzidos em sua região: de forma prática, primeiramente, coloque-se na posição de São Tomé: ver para crer. Comece pela etiqueta que informa a origem do produto e verifique sua procedência. Prefira os produzidos em sua região. Evite comprar similares fabricados em outros países. Ao comprar produtos de outros países, reduz-se o recolhimento de impostos municipais e estimula-se o desemprego e a falta de serviços e infraestrutura pública.

2.      Confira a composição do produto: verifique se o que está sendo dito na frente do produto realmente consta em sua composição e você poderá ter interessantes surpresas.

3.      O que importa é o conteúdo, não a embalagem: não se deixe levar pela embalagem, se é reciclada ou não. Isso, neste momento de análise, não é importante. O que é importante é saber se o produto é agressivo à sua saúde e à de sua família. Uma prática que está se tornando comum é reduzir embalagens e aumentar o porcentual reciclado para estimular a venda desses produtos como “mais sustentáveis”. Cuidado! Nessa lista existem produtos nada ecologicamente amigáveis e outros agressivos à saúde humana.

4.      Selos Verdes são uma boa indicação: uma maneira de ajudar a identificação de produtos sustentáveis é por meio dos chamados Selos Verdes, como o selo Procel para eletrodomésticos e eletrônicos, o FSC e CERFLOR para madeiras e papéis e o SustentaX para produtos e serviços sustentáveis. Na área de orgânicos existem o IBD e EcoCert, dentre outros. Os selos são uma forma de mostrar ao mercado que passaram por análises rigorosas para a sua obtenção.

5.      Fique atento à “picaretagem verde”: identifique as estratégias usadas para passar por sustentáveis, produtos que não são:

a)      Selos emitidos pelos próprios fabricantes;

b)      Termos genéricos também são muito usados como 100% natural, 100% ecológico, eco, amigo da natureza (eco-friendly) e variações do tipo;

c) Informações sem comprovação imediata ou termos científicos. Como, por exemplo, informar que um produto, como sabão em pó, pode reduzir o consumo de água; ou então um amaciante economizar energia;

d) Informações redundantes, como testes e dados obrigatórios, como detergentes que colocam “testados dermatológicamente” ou azeites com zero de colesterol;

e) Excesso de imagens da natureza: reparem se há muito verde ou imagens de animais;

f) Falar que o produto é “neutralizado” em carbono. Desconfie da simples neutralização que não torna o produto sustentável. A neutralização é válida após a revisão e efetiva redução dos impactos ambientais da cadeia produtiva. É o final e não o começo;

g) Produtos concentrados. Só porque foi retirada a água do produto não o torna “verde”. É importante que ele não faça mal à saúde;

h) “Sem cheiro”. O importante é o fabricante demonstrar que o produto apresenta baixa toxidade, por critério reconhecido.

 6. Quando os produtos não apresentam selos de sustentabilidade, o consumidor pode procurar pelos cinco atributos essenciais de sustentabilidade:

  1. Salubridade: evite produtos com odores (normalmente esses odores decorrem de componentes orgânicos voláteis que podem fazer mal à saúde).
  2. Qualidade: procure por produtos com qualidade comprovada. Nem todas as tintas são iguais, por exemplo. Várias não têm teste de aderência e, a primeira vez que você for fazer uma limpeza, pode sair na esponja.
  3. Responsabilidade social: questione a procedência. Por exemplo, se for comprar uma areia em uma loja de construção pergunte se vem de uma empresa confiável, sem trabalho infantil, escravo…
  4. Responsabilidade ambiental: questione a procedência. Por exemplo, ao comprar objetos de madeira pergunte sobre a legalidade.
  5. Comunicação responsável: Procure por marcas nas quais você identifique ética e genuinidade na comunicação.

 

Boas compras!

 

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Golden e Weber: novos parceiros do projeto Residência Sustentável

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012 - por admin

 

Iluminação Led

Fundada em 1990, a Lâmpadas Golden tem 85% de seus produtos voltados para a conservação de energia e promove o uso inteligente e racional da energia elétrica, adotando para isso tecnologia de última geração em seus produtos.

 

 

Cimentcola, Pastilhas e Monocapa Quartzolit

 

A Weber é líder mundial na produção de argamassas industrializadas e oferece uma variedade de soluções com a mais avançada tecnologia em suas formulações para atender às exigências técnicas do mercado.

 

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Soluções para economia e melhoria do conforto térmico

segunda-feira, 21 de novembro de 2011 - por admin

O desafio da equipe da LFB Engenharia, responsável pelo projeto de climatização no Residência Sustentável, era o de garantir o conforto térmico projetando o ar condicionado dentro do apartamento de forma a também minimizar os gastos com energia. O projeto adequou-se às limitações do empreendimento/arquitetura, visto tratar-se de imóvel existente com 8 ambientes climatizados e apenas 3 unidades externas.

Para Luiz Fernando Bueno, da LFB, o imóvel possui características críticas, como grande incidência de luz solar e também limitantes, por se tratar de uma reforma de um apartamento, não permitindo mudanças estruturais. “A integração da equipe de projetistas proporcionou a busca por soluções de baixo consumo e também por modelo que permite acionamento individualizado com flexibilidade operacional para evitar desperdício”, afirma.

O sistema proposto será do tipo expansão direta, dotado de condicionadores de ar tipo “Multisplit System” quente e frio, com unidades evaporadoras hi-wall para instalação aparente e unidades condensadoras centralizadas com compressor do tipo 100% “inverter”, para permitir redução no consumo de energia (em torno de 30%, comparado aos modelos convencionais).

O modelo escolhido, desenvolvido para residências ou pequenos estabelecimentos comerciais, permite flexibilidade de espaços para instalação e também temperatura mais estáveis, baixo nível de ruído interno a partir de 21dB(A), confiabilidade, durabilidade e velocidade de instlação. A Mitsubishi Electric é a fabricante do Modelo MXZ com alta eficiência energética. O fluído refrigerante utilizado será o R410A, que não possui gases que afetam a camada de ozônio.

Além do ar condicionado, o apartamento contará com dispositivos e produtos para melhorar a circulação do ar e também reduzir a carga térmica, como películas para vidros (3M Window Films);  persianas e tela solar de alta tecnologia que permite iluminação natural e a criação de ambientes com conforto térmico e visual.

Para Luiz Fernando, outro desafio deste projeto é o de mostrar a importância do projeto de climatização também para projetos residenciais.  Com um investimento de 2 a 5% do valor total do investimento, pode-se contar com um serviço especializado que irá definir a eficiência energética, de acordo com as características do imóvel e dos usuários. “O que acontece, muitas vezes, é que ao comprar o aparelho de ar condicionado, o consumidor baseia-se em previsão de consumo, inviabilizando o projeto ou ocasionando na prática um consumo maior”, explica.

 

Contatos:

Projeto de Climatização

LFB Engenharia e Projetos

E-mail: luizfernando@lfbengenharia.com.br

Tel.: (11) 2532-1482 e (11) 8991-6555

 

Ar Condicionado

Mitsubshi Electric

E-mail: cristina.mitsubishi@uol.com.br

Tel.:  (11)  2577-4405 e (11) 9905-6292

 

Película Adesiva para Vidros

3M

Tel: (19) 3838-6702

 

Persianas

Uniflex

Tel: (11) 3758-5544

 

 

 

 

 

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Como escolher produtos mais sustentáveis?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011 - por admin

O consumidor ainda encontra dificuldades na identificação de produtos sustentáveis, mesmo já tendo demonstrado disposição de pagar até mais por tais produtos. O Grupo SustentaX preparou algumas dicas para a análise da sustentabilidade na hora da compra.

1.      Prefira produtos produzidos em sua região: de forma prática, primeiramente, o consumidor deve-se colocar na posição de São Tomé: ver para crer. Comece pela etiqueta que informa a origem do produto e verifique sua procedência. Prefira os produzidos em sua região. Evite comprar similares fabricados em outros países. Ao comprar produtos de outros países, reduz-se o recolhimento de impostos municipais e estimula-se o desemprego e a falta de serviços e infraestrutura pública.

2.      Confira a composição do produto: verifique se o que está sendo dito na frente do produto realmente consta em sua composição e você poderá ter interessantes surpresas.

3.      O que importa é o conteúdo, não a embalagem: não se deixe levar pela embalagem, se é reciclada ou não. Isso, neste momento de análise, não é importante. O que é importante é saber se o produto é agressivo à sua saúde e à de sua família. Uma prática que está se tornando comum é reduzir embalagens e aumentar o porcentual reciclado para estimular a venda desses produtos como “mais sustentáveis”. Cuidado! Nessa lista existem produtos nada ecologicamente amigáveis e outros agressivos à saúde humana.

4.      Selos Verdes são uma boa indicação: uma maneira de ajudar a identificação de produtos sustentáveis é por meio dos chamados Selos Verdes, como o selo Procel para eletrodomésticos e eletrônicos, o FSC e CERFLOR para madeiras e papéis e o SustentaX para produtos e serviços sustentáveis. Na área de orgânicos existem o IBD e EcoCert, dentre outros. Os selos são uma forma de mostrar ao mercado que passaram por análises rigorosas para a sua obtenção.

5.      Fique atento à “picaretagem verde”: identifique as estratégias usadas para passar por sustentáveis, produtos que não são:

a)      Selos emitidos pelos próprios fabricantes;
b)      Termos genéricos também são muito usados como 100% natural, 100% ecológico, eco, amigo da natureza (eco-friendly) e variações do tipo;
c) Informações sem comprovação imediata ou termos científicos. Como, por exemplo, informar que um produto, como sabão em pó, pode reduzir o consumo de água; ou então um amaciante economizar energia;
d) Informações redundantes, como testes e dados obrigatórios, como detergentes que colocam “testados dermatológicamente” ou azeites com zero de colesterol;
e) Excesso de imagens da natureza: reparem se há muito verde ou imagens de animais;
f) Falar que o produto é “neutralizado” em carbono. Desconfie da simples neutralização que não torna o produto sustentável. A neutralização é válida após a revisão e efetiva redução dos impactos ambientais da cadeia produtiva. É o final e não o começo;
g) Produtos concentrados. Só porque foi retirada a água do produto não o torna “verde”. É importante que ele não faça mal à saúde;
h) “Sem cheiro”. O importante é o fabricante demonstrar que o produto apresenta baixa toxidade, por critério reconhecido.

Quando os produtos não apresentam selos de sustentabilidade, o Grupo SustentaX orienta para o consumidor procurar pelos cinco atributos essenciais de sustentabilidade:
1.      Salubridade: evite produtos com odores (normalmente esses odores decorrem de componentes orgânicos voláteis que podem fazer mal à saúde).
2.      Qualidade: procure por produtos com qualidade comprovada. Nem todas as tintas são iguais, por exemplo. Várias não têm teste de aderência e, a primeira vez que você for fazer uma limpeza, pode sair na esponja.
3.      Responsabilidade social: questione a procedência. Por exemplo, se for comprar uma areia em uma loja de construção pergunte se vem de uma empresa confiável, sem trabalho infantil, escravo…
4.      Responsabilidade ambiental: questione a procedência. Por exemplo, ao comprar objetos de madeira pergunte sobre a legalidade.
5.      Comunicação responsável: Procure por marcas nas quais você identifique ética e genuinidade na comunicação.

O Grupo SustentaX criou, em 2007, o Selo SustentaX de Garantia de Qualidade e Sustentabilidade para identificar ao mercado produtos sustentáveis.
Informe-se, no site http://www.selosustentax.com.br/ há uma lista com produtos que já possuem o Selo SustentaX. Além disso, está disponível para downloads gratuitos o Guia SustentaX de Comunicação Responsável com o Consumidor.
O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – Conar (www.conar.org.br) também publicou recentemente novas normas para publicidade com apelos de sustentabilidade. Assim, se encontrar anúncios que julgue que estejam utilizando maquiagem verde, denuncie.

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