As vigas metálicas são as protagonistas deste projeto de 6 970 m², assinado pelo escritório paulistano Mauro Munhoz Arquitetura, em Paulínia, relevante polo cinematográfico no interior de São Paulo. Além de compor a estrutura, substituindo algumas vigas de concreto, elas apoiam o telhado e assumem um importante papel dentro dos quatro estúdios do complexo, dimensionados para receber, ao mesmo tempo, produções de naturezas e portes diferentes. Neles, as vigas de aço formam passarelas suspensas que sustentam os equipamentos. Um corredor central conecta marcenaria e áreas de acesso de veículos de carga aos setores de apoio. O andar superior pode ser acessado por uma passarela, planejada também para servir de ligação direta com o Museu do Cinema, previsto para ocupar o terreno ao lado.








































